quinta-feira, 30 de julho de 2015

Síndrome de Burnout: E quando o profissional adoece?

Síndrome de Burnout: E quando o profissional adoece?
Por Marcela Bianco - 27 jul, 2015
Trabalhar diretamente com pessoas exige uma série de habilidades e capacidades, seja qual for a profissão em que estamos envolvidos.
Muitas vezes, a carga emocional presente nos relacionamentos no ambiente trabalho são tantas que, em algum momento, o profissional se vê diante de uma sobrecarga que não mais suporta. Em decorrência, acaba exausto emocionalmente, distanciado afetivamente das pessoas com quem trabalha e perde a satisfação que antes encontrava na atividade laboral.
Essas alterações fazem parte de um quadro específico que tem sido alvo de muitos estudos recentes: A Síndrome de Burnout.
Definição
A Síndrome de Burnout é definida como uma síndrome psicossocial surgida como uma resposta crônica aos estressores interpessoais ocorridos na situação de trabalho.
É um problema complexo, afetando a saúde física e psíquica de muitos profissionais que lidam diretamente com pessoas, como por exemplo: profissionais da saúde, professores, policiais, atendentes de telemarketing, profissionais do judiciário, executivos, entre outros.
Tem desenvolvimento lento e gradual e quando os profissionais procuram ajuda o desgaste é muito intenso e a saúde física e mental já se encontra comprometida.
Desenvolvimento
O quadro desenvolve-se a partir de três dimensões características: a exaustão emocional, a despersonalização e a baixa realização pessoal.
A exaustão emocional é o traço inicial da síndrome e está relacionada ao esgotamento dos recursos emocionais do indivíduo; a falta ou carência de energia e entusiasmo; aos sentimentos de frustração e tensão, sendo que o profissional não se sente mais capaz de dispensar a mesma energia de antes.
A exaustão é consequência da sobrecarga emocional e do conflito pessoal nas relações no trabalho.
A despersonalização, aparece como consequência da exaustão emocional. Por não mais conseguir lidar com os sentimentos vividos nas relações interpessoais no trabalho, o profissional, desenvolve uma insensibilidade emocional, sendo que o mesmo passa a tratar seus clientes/alunos/pacientes e colegas de trabalho como objetos e de forma fria, impessoal e massificada.
Surge uma dificuldade para lidar com os sentimentos e emoções e uma diminuição dos contatos pessoais para evitar a angústia.
O desenrolar desta difícil situação faz com que o profissional diminua seu desempenho e eficácia no trabalho. Com isso, há o desenvolvimento da terceira dimensão da síndrome: a baixa realização pessoal.
Passa a existir um declínio dos sentimentos de competência e êxito e da capacidade de interagir satisfatoriamente com as pessoas, que cede lugar a sentimentos de incompetência e frustração. O profissional passa a ter uma auto-avaliação negativa associada à insatisfação e infelicidade com o trabalho.
Sintomas, Fatores desencadeantes e Consequências
Os sintomas da síndrome são os mais variados, compondo sintomatologia física, psíquica e comportamental.
Entre eles podemos destacar: fadiga, cefaleias, distúrbios gastrointestinais e cardiovasculares, humor deprimido, irritabilidade, isolamento, ansiedade, baixa auto-estima, impaciência, negativismo, rigidez e consumo de álcool e substancias psicoativas em geral.
Está relacionada a diferentes fatores desencadeantes, sejam eles internos ou pessoais (como personalidade, crenças, aspectos sócio-demográficos, história de vida, presença de recursos de enfrentamento, etc) ou externos ou organizacionais (como condições de trabalho, características da organização, etc).
Influência na qualidade de vida do profissional que a desenvolve, aumentando o risco de episódios depressivos, abuso de substâncias e tentativas de suicídio. Interfere negativamente na qualidade dos relacionamentos com pacientes/clientes/alunos e equipe e afeta a qualidade dos serviços prestados. Aumentam as taxas de absenteísmo e de abandono do trabalho.
Superando a Síndrome de Burnout
Se você se identificou com a descrição feita até aqui, o primeiro passo para a superação do problema é buscar ajuda profissional!
Neste caso, a procura com profissionais especializados (médico e psicólogo) é o mais indicado.
A Psicoterapia ajudará a identificar as raízes do problema e a encontrar os recursos necessários para lidar de maneira mais saudável e equilibrada com as demandas laborais e relacionais.
O uso de técnicas de abordagem corporal e/ou expressivas aliadas a psicoterapia podem ser de grande valia.
Outra dica importante é a melhora dos hábitos de saúde e qualidade de vida.
Busque atividades prazerosas e de relaxamento para diminuir a tensão.
Procure ter uma vida social e afetiva mais rica e evite centrar sua vida somente no trabalho.
Buscar supervisão com profissionais mais experientes, grupos de apoio e suporte emocional também podem ajudar. Eles te tiram da solidão e isolamento, despotencializam a ansiedade e podem ampliar sua visão do problema.
A capacitação profissional também é importante neste caso. Voltar a estudar amplia os conhecimentos técnicos e pode te ajudar a ter novos recursos para lidar com as situações no trabalho.
Quanto mais preparado você for, mais hábil para lidar com os desafios laborais e relacionais você estará!http://www.contioutra.com/sindrome-de-burnout-e-quando-o-p…/

Transtorno Bipolar de Humor: Sintomas e Tratamento

Transtorno Bipolar de Humor: Sintomas e Tratamento

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O Transtorno Bipolar de Humor é um conjunto de sintomas caracterizados geralmente por episódios maníacos e depressivos, que se alternam ao longo da vida do sujeito.
Os critérios para um episódio maníaco, de acordo com o DSM IV, são um conjunto de sintomas que pode incluir um período de humor anormal e persistentemente elevado, expansivo ou irritável. Cabe ressaltar que pode ser um estado intenso de euforia, ou de tensão que se apresenta na forma de irritação além do esperado diante de certos acontecimentos, ficando o paciente dividido e sensível demais diante de situações desafiadoras do cotidiano.Nos  episódios maníacos também pode ocorrer a sensação de auto-estima elevada, redução da necessidade de sono (alguns pacientes dormem apenas três horas por noite), necessidade de falar em demasia, e fuga de idéias ou sensação de pensamento acelerado, podendo ocorrer a sensação de não conseguir controlar os próprios pensamentos.
A distrabilidade também é comum, sendo que o paciente não consegue concentrar-se em atividades importantes, sendo facilmente atraído por estímulos externos de pouca relevância. Contudo, também pode haver aumento de atividades de trabalho, sociais ou sexuais, e envolvimento excessivo em atividades prazerosas com alto potencial para consequências negativas, como compras em excesso e indiscrições sexuais.
Tais sintomas são vividos pelo paciente como uma exigência, pois dificilmente consegue ter o controle sobre eles, causando sofrimento para si e para as pessoas de seu convívio diário. Geralmente os episódios maníacos ocorrem quando o paciente, que vive uma espécie de “gangorra emocional,” experimenta a viabilização de seus desejos e projetos, numa realidade sociológica muitas vezes difícil, excludente ou permeada de preconceitos.
Em situação inversa, quando elementos situacionais presentes no contexto sociológico de mediações com as pessoas que lhe são importantes, em geral seu grupo familiar, negam, inserem muitos obstáculos para a realização de tais desejos e projetos, o paciente em consequência sente-se incompreendido, triste, sozinho, e possivelmente irá apresentar sintomas característicos de episódios depressivos.
Em tais episódios, que são conjuntos de ocorrências sintomas articulados com sua situação de vida, o sujeito apresenta humor deprimido na maior parte do dia, sentindo-se triste ou com sensação de vazio. Ocorre desinteresse acentuado em quase todas as atividades sociais, de trabalho e sexuais, alterações no apetite, insônia ou hipersônia e retardo psicomotor. Alguns pacientes relatam não conseguir caminhar normalmente, pois é difícil o contato com o mundo exterior. Sentimentos de inutilidade e pensamentos de morte também podem ocorrer, com idéias e tentativas de suicídio.
Há casos em que esses pacientes estão envolvidos numa dinâmica de relacionamentos doentios que funcionam como ativadores situacionais de tais episódios. E é por esse motivo que além do tratamento medicamentoso necessário realizado geralmente por médicos psiquiatras, e de psicoterapia realizado por psicólogos, é muito importante que o sujeito consiga analisar criticamente a forma como constitui e mantém seus relacionamentos, que inclui perguntar-se se consegue efetivamente ter o controle sobre as decisões fundamentais de sua vida, ou se historicamente vem deixando em demasia que influências externas, exigências de outras pessoas acabem inviabilizando seus desejos e sonhos.
Compreender-se como alguém capaz de ser idealizador da própria história, “criador do seu mundo,” não somente material, mas de dinâmica de relacionamentos é um dos grandes desafios para o sucesso do tratamento. Em psicoterapia o paciente irá identificar quais ativadores situacionais o lançam em sofrimento emocional intenso, vai aprender a ter mais controle sobre tais sintomas gradativamente, e muitas vezes terá de elaborar decisões e realizar atitudes importantes para uma mudança significativa de vida. Dependendo da abordagem do psicólogo, poderá também compreender quais foram os acontecimentos de seu passado, desde a primeira infância, que constituíram sua dinâmica psicológica, localizando-se no tempo e oferecendo condições para que a pessoa realize seus desejos futuros numa dinâmica mais saudável para si e para as pessoas com as quais convivem.
No cinema, por exemplo, vemos a temática ser trabalhada em filmes como “O Lado Bom da Vida” (Silver Linings Playbook; 2012), adaptado e dirigido por David O. Russell, onde vemos o personagem Pat Solitano sofrendo com o transtorno, vivido pelo ator Bradley Cooper, que interage com a atriz Jennifer Lawrence, vencedora do Oscar de melhor atriz com este papel. O filme também recebeu várias indicações em outras categorias, mas além da premiação e da análise cinematográfica importante, é interessante observar como o diretor conseguiu demonstrar a dificuldade do personagem em relacionar-se com as pessoas importantes da sua vida, superestimando pessoas que impedem seu crescimento e desvalorizando aquelas que lhe são realmente significativas. Interessante para quem se interessa por filmes com temáticas psicológicas, diálogos rápidos, humor e até uma crítica a certas convenções sociais ultrapassadas e arcaicas, sendo comparável por alguns críticos como semelhante a “Pequena Miss Sunshine” (2006).
Outro filme mais antigo com a mesma temática e igualmente interessante é (Mr Jones; 1993), onde temos a atuação do exuberante Richard Gere no papel principal, vivendo o Mr Jones com Transtorno Bipolar, entrando em processo de euforia nas fases maníacas, e posteriormente em estado depressivo diante de dificuldades comuns da vida.
Independentemente da beleza em que o tema se desenvolve nos filmes, cabe ressaltar que o Transtorno Bipolar de Humor provoca consequências dolorosas na vida do paciente, ainda que brilhantemente seja apresentando com humor no cinema, causando prejuízos nos diversos perfis da vida do sujeito. E finalmente, como grande parte dos Transtornos Psicológicos, quanto mais cedo for elaborado o diagnóstico e realizado o tratamento, melhor será o prognóstico para o pacienhttp://www.psiconlinews.com/2015/05/transtorno-bipolar-de-humor-sintomas-tratamento.htmlte.

Veja dez posições sexuais que aumentam o prazer de homens

Veja dez posições sexuais que aumentam o prazer de homens com pênis pequeno 

Imagem 1/11: O medo de não satisfazer a parceira por conta do tamanho do pênis, segundo os especialistas, não tem fundamento. "A vagina só tem sensibilidade na região que fica perto da entrada do órgão, por isso, mesmo um pênis pequeno é capaz de estimulá-la", explica a sexóloga Aruza Ribeiro Carelli Gay, do Ambulatório de Sexologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Porém, homens que têm o pênis com tamanho abaixo do que é considerado normal (que é de 7 a 27 cm ereto, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia) podem tirar proveito de algumas posições para facilitar o prazer de sua parceira e o próprio. Confira as sugestões da sexóloga Aruza, do ginecologista Amaury Mendes Júnior, professor da UFRJ e da educadora sexual Camila Macedo Guastaferro, coordenadora do Serviço On-line de Educação Sexual do Instituto Kaplan | Por Marina Oliveira e Suzel Tunes, do UOL, em São Paulo Bianca Lucchesi/UOLhttp://mulher.uol.com.br/comportamento/album/2014/09/01/veja-dez-posicoes-sexuais-que-aumentam-o-prazer-de-homens-com-penis-pequeno.htm

Aprenda posições sexuais que estimulam o clitóris

Aprenda posições sexuais que estimulam o clitóris 

Imagem 1/10: O clitóris é um órgão sexual que tem como função exclusiva o prazer feminino. Muitas mulheres, inclusive, conseguem alcançar o orgasmo apenas quando ele é estimulado. Localizado na parte superior da vulva, a sua glande possui cerca de 8.000 terminações nervosas e, por isso, tanta sensibilidade. Segundo os especialistas entrevistados pelo UOL Comportamento, o órgão pode ser incitado de forma direta --com os dedos ou língua, por exemplo-- ou indiretamente --com a penetração. A seguir, reunimos sugestões dos sexólogos Carla Cecarello e Carlos Magno Leite a respeito das melhores posições para que eles e elas consigam estimulá-lo durante o sexo. Por Thais Carvalho Diniz, do UOL, em São Paulo MAIS Bianca Lucchesi /UOLhttp://mulher.uol.com.br/comportamento/album/2015/04/22/aprenda-posicoes-sexuais-que-estimulam-o-clitoris.htm

Veja dez maneiras de estimular a criatividade no sexo

Veja dez maneiras de estimular a criatividade no sexo 
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Imagem 1/11: Com o passar do tempo nos relacionamentos, é comum que o sexo caia na rotina. O que era gostoso no início começa a perder a graça. Segundo a psicóloga Iracema Teixeira, presidente da Sbrash (Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana), a mesmice é a grande inimiga do prazer. Ela explica que o sistema de recompensa e satisfação do cérebro não funciona bem com a repetição. "No sexo, é muito importante variar", diz. A educadora sexual Aline Castelo Branco, pesquisadora na área de sexualidade na Unesp (Universidade Estadual Paulista), acredita que o problema consiste em deixar a criatividade apenas para datas especiais e esquecer de inovar no dia a dia. "O momento mais incomum é o que vai ser lembrado pelo resto da vida", afirma. Veja a seguir algumas dicas para levar mais criatividade para a cama. Por Yannik D'elboux, do UOL, no Rio de Janeiro Orlando/UOLhttp://mulher.uol.com.br/comportamento/album/2014/07/03/veja-dez-maneiras-de-estimular-a-criatividade-no-sexo.htm

Conheça as encanações mais comuns de homens e mulheres na hora do sexo

Conheça as encanações mais comuns de homens e mulheres na hora do sexo 
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Imagem 1/14: É bem raro conhecer alguém que nunca tenha tido alguma insegurança na hora do sexo. A ansiedade é um sentimento comum nesse momento. "Tentamos corresponder a algo que nem sabemos o que é. Se nos guiássemos mais pelas sensações, tudo aconteceria com mais facilidade", afirma a psicóloga e terapeuta sexual Maria Cristina Romualdo Galati, mestre em ciências da saúde pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Para saber quais são as principais encanações de homens e mulheres e como superá-las, o UOL Comportamento conversou também com a psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, autora de "A Metade da Laranja - Discutindo Amor, Sexo e Relacionamento" (Editora Master Books), e com a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello, mestre em ciências da saúde pela Unifesp e fundadora da ABS (Associação Brasileira de Sexualidade), instituição que realiza pesquisas e trabalhos científicos sobre o tema | Por Andrezza Czech - Do UOL, em São Paulo Leh Latte/UOL
http://mulher.uol.com.br/comportamento/album/2015/06/08/conheca-as-encanacoes-mais-comuns-de-homens-e-mulheres-na-hora-do-sexo.htm